Da-porta-da-loja ao Mosteiro de Tibães
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Uloženo v:
| Hlavní autor: | |
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| Médium: | Online |
| Jazyk: | portugalština |
| Vydáno: |
UMinho Editora
2024
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| Témata: | |
| On-line přístup: | https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/138187 |
| Tagy: |
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Tudo se deveu à audácia dos antigos caseiros do mosteiro de Tibães, os «Casales – Casais» que, ao disseminarem pelas quintas circundantes, não deixaram que esta variedade caísse em vias de extinção, num contexto de economia verde e da temática da sustentabilidade. Desvendamos que a variedade da «maçã-da-porta-da-loja» é uma herança beneditina, produzida num dos poios, ou socalcos da cerca conventual e, posteriormente, difundida pelas quintas da região. Esta dádiva é mais que uma memória histórica e cronológica, é uma tomada de consciência qualitativa na busca de uma identidade, de legados sociais, morais e económicos, pois sempre respeitamos a transmissão de testemunhos, a tradição e o legado dos antepassados como símbolo identitário da aldeia. Procuramos distribuir o nosso contributo por três partes. No primeiro capítulo, procuramos desvendar o mistério que envolve a maçã-da-porta-da-loja, especificamente, a conexão com a herança monástica de Tibães, bem como uma abordagem histórica da agricultura no seio beneditino em geral e, em particular, da fruticultura nas propriedades do mosteiro de Tibães, patrimónios que sustentavam a vida religiosa do instituto monástico. No segundo capítulo elaboramos uma abordagem sobre o domínio fundiário do senhorio do mosteiro de Tibães, que conheceu muitas vidas. Viu nascer algumas e perdeu outras tantas. No terceiro capítulo, procedemos a uma breve referência e mais contemporânea sobre a caracterização, origens e tradições da maçã-da-porta-da-loja, de que tanto nos orgulhamos, do que temos e do que vamos fazer para a defender enquanto fruto de eleição. 2024-05-22T16:33:58Z 2024-05-22T16:33:58Z 2024-05-21 chapter https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/138187 por image/png Attribution 4.0 International https://doi.org/10.21814/uminho.ed.154 UMinho Editora UMinho Editora 10.21814/uminho.ed.154 Esta obra convoca a atenção para a simbiose entre a maçã-da-porta-da-loja e a sua origem atribuída ao mosteiro de Tibães. Tendo em conta as circunstâncias e o poder senhorial, procuramos, no âmbito da historiografia portuguesa, conectar o berço deste fruto com a freguesia de Mire de Tibães e com o núcleo alargado da família Casais, fiel depositária deste património lendário. 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Esta dádiva é mais que uma memória histórica e cronológica, é uma tomada de consciência qualitativa na busca de uma identidade, de legados sociais, morais e económicos, pois sempre respeitamos a transmissão de testemunhos, a tradição e o legado dos antepassados como símbolo identitário da aldeia. Procuramos distribuir o nosso contributo por três partes. No primeiro capítulo, procuramos desvendar o mistério que envolve a maçã-da-porta-da-loja, especificamente, a conexão com a herança monástica de Tibães, bem como uma abordagem histórica da agricultura no seio beneditino em geral e, em particular, da fruticultura nas propriedades do mosteiro de Tibães, patrimónios que sustentavam a vida religiosa do instituto monástico. No segundo capítulo elaboramos uma abordagem sobre o domínio fundiário do senhorio do mosteiro de Tibães, que conheceu muitas vidas. Viu nascer algumas e perdeu outras tantas. 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