Antonio da Silva Jardim na história do ensino de leitura e escrita no Brasil

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Huvudupphov: Pasquim, Franciele Ruiz
Materialtyp: Online
Språk:portugisiska
Utgiven: Editora Oficina Universitária 2024
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Länkar:https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/143353
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spelling doab-20.500.12854ir-1433532024-08-28T17:26:43Z Antonio da Silva Jardim na história do ensino de leitura e escrita no Brasil Pasquim, Franciele Ruiz Jardim, Antonio da Silva, Leitura – Estudo e ensino – Brasil - História, Língua portuguesa – Estudo e ensino, Educação - História Educação Published Este pequeno belo livro trata de um capítulo da história a alfabetização no Brasil ou melhor seria dizer história de imensa luta pela alfabetização no Brasil. O cerne do objeto de Franciele Ruiz Pasquim é a notável conferência proferida por Silva Jardim, em 1884, para ingressar na Escola Normal de São Paulo. A conferência foi realizada num contexto de crise social e institucional no País, num contexto de amplo debate ideológico, com produção de novas ideias, como a incorporação do positivismo professado por Silva Jardim. Um Silva Jardim educador é faceta pouco conhecida desse intelectual militante, mais conhecido pela luta pela instauração da República e pela abolição do trabalho escravizado. Mas é importante notar, com faz Franciele Ruiz Pasquim, que o educador é parte importante do intelectual republicano. A alfabetização de todo um povo, segundo investia Silva Jardim, seria possível apenas com a extirpação dos óbices que representavam a escravatura e a monarquia. Do mesmo modo, a alfabetização generalizada seria um programa e uma condição para a existência de uma República próspera. Lamentável que o Brasil, que se encontrava em grande atraso em relação a alfabetização quando Silva Jardim fez o seu enunciado, tenha-se mantido atrasado ainda por muito mais tempo. Sessenta anos depois, em 1944, Astrojildo Pereira ainda insistia que a principal tarefa da intelectualidade era a alfabetização do povo brasileiro. De fato, letramento, educação e cultura para os trabalhadores nunca foram de interesse das classes que dominam o Brasil em seu exclusivo benefício. 2024-08-28T17:26:38Z 2024-08-28T17:26:38Z 2022-03-09 book 978-65-5954-202-4 https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/143353 por image/png application/pdf Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/299 https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/299 Editora Oficina Universitária 10.36311/2022.978-65-5954-202-4 Este pequeno belo livro trata de um capítulo da história a alfabetização no Brasil ou melhor seria dizer história de imensa luta pela alfabetização no Brasil. O cerne do objeto de Franciele Ruiz Pasquim é a notável conferência proferida por Silva Jardim, em 1884, para ingressar na Escola Normal de São Paulo. A conferência foi realizada num contexto de crise social e institucional no País, num contexto de amplo debate ideológico, com produção de novas ideias, como a incorporação do positivismo professado por Silva Jardim. Um Silva Jardim educador é faceta pouco conhecida desse intelectual militante, mais conhecido pela luta pela instauração da República e pela abolição do trabalho escravizado. Mas é importante notar, com faz Franciele Ruiz Pasquim, que o educador é parte importante do intelectual republicano. A alfabetização de todo um povo, segundo investia Silva Jardim, seria possível apenas com a extirpação dos óbices que representavam a escravatura e a monarquia. Do mesmo modo, a alfabetização generalizada seria um programa e uma condição para a existência de uma República próspera. Lamentável que o Brasil, que se encontrava em grande atraso em relação a alfabetização quando Silva Jardim fez o seu enunciado, tenha-se mantido atrasado ainda por muito mais tempo. Sessenta anos depois, em 1944, Astrojildo Pereira ainda insistia que a principal tarefa da intelectualidade era a alfabetização do povo brasileiro. De fato, letramento, educação e cultura para os trabalhadores nunca foram de interesse das classes que dominam o Brasil em seu exclusivo benefício. 10.36311/2022.978-65-5954-202-4 87d7c211-2f2b-494c-9f45-2d98c1bb6b53 978-65-5954-202-4 122 Marilia open access
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