Biopolítica, Arte de Viver e Educação
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| Định dạng: | Online |
|---|---|
| Ngôn ngữ: | Tiếng Bồ Đào Nha |
| Được phát hành: |
Editora Oficina Universitária
2024
|
| Những chủ đề: | |
| Truy cập trực tuyến: | https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/146165 |
| Các nhãn: |
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| spelling | doab-20.500.12854ir-1461652024-10-10T19:01:51Z Biopolítica, Arte de Viver e Educação Pagni, Pedro Angelo Bueno, Sinésio Ferraz Gelamo, Rodrigo Pelloso Educação - Filosofia, Biopolítica, Filosofia - estudo e ensino Educação Published O tema da Biopolítica nos remete ao diagnóstico do presente, desenvolvido originalmente por Michel Foucault e, posteriormente, aprofundado por outros filósofos contemporâneos, como Giorgio Agamben, sem contar que filósofos como John Dewey, Jürgen Habermas, dentre outros, o tangenciaram. Para parte desses filósofos, uma dimensão da vida humana teria sido abandonada para que se restringisse a um tipo de racionalidade, àquilo que pode ser regulamentado pelo Estado e governado politicamente pelas diversas artes de governos espalhadas pela sociedade civil. Se, na crítica feita por alguns desses filósofos em relação à reconciliação entre a vida e o mundo, por meio de uma racionalidade e de uma pragmática específica, da parte de outros essa reconciliação seria impossível, provocando um pensar constante e a assunção de uma atitude ética e política de resistência ao existente. Diante desse dilema atual, algumas perspectivas filosóficas educacionais advogaram a integração da vida à escola e um tipo de pragmática do ensino capaz de integrar os elementos daquela aos princípios da cognição e da unidade lógica discursiva presentes nesta. Por sua vez, outras insistiram em manter aberta a tensão entre vida e escola, elegendo-a como um campo privilegiado para se compreender os processos de subjetivação e para se proporcionar um reflexionamento ético sobre a ação pedagógica, a atividade docente e a proposição de novos problemas ao ensino de Filosofia. É no âmbito do embate dessas perspectivas que se discutiu o tema em questão, nesta coletânea. 2024-10-10T19:01:44Z 2024-10-10T19:01:44Z 2012-10-09 book 978-85-7983-274-1 https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/146165 por image/png application/pdf Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/35 https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/35 Editora Oficina Universitária 10.36311/2012.978-85-7983-274-1 O tema da Biopolítica nos remete ao diagnóstico do presente, desenvolvido originalmente por Michel Foucault e, posteriormente, aprofundado por outros filósofos contemporâneos, como Giorgio Agamben, sem contar que filósofos como John Dewey, Jürgen Habermas, dentre outros, o tangenciaram. Para parte desses filósofos, uma dimensão da vida humana teria sido abandonada para que se restringisse a um tipo de racionalidade, àquilo que pode ser regulamentado pelo Estado e governado politicamente pelas diversas artes de governos espalhadas pela sociedade civil. Se, na crítica feita por alguns desses filósofos em relação à reconciliação entre a vida e o mundo, por meio de uma racionalidade e de uma pragmática específica, da parte de outros essa reconciliação seria impossível, provocando um pensar constante e a assunção de uma atitude ética e política de resistência ao existente. Diante desse dilema atual, algumas perspectivas filosóficas educacionais advogaram a integração da vida à escola e um tipo de pragmática do ensino capaz de integrar os elementos daquela aos princípios da cognição e da unidade lógica discursiva presentes nesta. Por sua vez, outras insistiram em manter aberta a tensão entre vida e escola, elegendo-a como um campo privilegiado para se compreender os processos de subjetivação e para se proporcionar um reflexionamento ético sobre a ação pedagógica, a atividade docente e a proposição de novos problemas ao ensino de Filosofia. É no âmbito do embate dessas perspectivas que se discutiu o tema em questão, nesta coletânea. 10.36311/2012.978-85-7983-274-1 87d7c211-2f2b-494c-9f45-2d98c1bb6b53 978-85-7983-274-1 304 Marília open access |
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