Agronegócio, desenvolvimento e a agenda 2030: contribuições interdisciplinares

É no seio da consolidação e do fortalecimento do PGAD que esta obra foi elaborada para congregar resultados de pesquisas desenvolvidas pelos docentes e discentes do programa, dando visibilidade para os trabalhos e iniciativas realizadas nos últimos anos. O fio condutor desta obra foi delimitado em t...

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Format: Online
Language:Portuguese
Published: Editora Oficina Universitária 2025
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Online Access:https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/150760
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description É no seio da consolidação e do fortalecimento do PGAD que esta obra foi elaborada para congregar resultados de pesquisas desenvolvidas pelos docentes e discentes do programa, dando visibilidade para os trabalhos e iniciativas realizadas nos últimos anos. O fio condutor desta obra foi delimitado em três grandes partes, cada qual contendo um conjunto de capítulos abordando temáticas que convergem para questões em comum. O primeiro bloco temático é composto pelos quatro capítulos iniciais e busca representar os três pilares mais importantes no debate do desenvolvimento econômico atual: o social, o meio ambiente e as ações de governança. No contexto desta obra, o primeiro pilar – social – é representado por capítulos que abordam aspectos sobre o trabalho e a gestão de pessoas no agronegócio, abordando questões sobre satisfação no trabalho, cultura e clima organizacional em propriedades e empresas rurais. Os aspectos relacionados ao segundo pilar estão diretamente ligados ao social, uma vez que é no ambiente que as pessoas desempenham suas atividades profissionais e cotidianas. Ao buscar a sustentabilidade ambiental atrelada ao desenvolvimento social é fundamental que haja equilíbrio entre as necessidades das pessoas e os ativos do meio ambiente, e neste sentido são apresentados capítulos que tratam da questão hídrica e da preservação ambiental, elementos que geram grandes debates principalmente no contexto da produção agropecuária. E há também um terceiro pilar que se insere nesta dinâmica, representado pelas ações de governança das organizações. As decisões e estratégias demandam cada vez mais transparência, profissionalização e compliance, e neste sentido a primeira parte desta obra se encerra com um capítulo que trata das ações de governança alinhada às práticas sustentáveis no agronegócio. A segunda parte desta coletânea é composta por um bloco de seis capítulos (Cap. 5, Cap. 6, Cap. 7, Cap. 8, Cap. 9, Cap. 10 e Cap. 11) e apresenta resultados teóricos e práticos de trabalhos realizados sobre problemáticas que derivam da intersecção de fatores associados aos três pilares representados na primeira parte desta obra - social, ambiental e governança. Ou seja, este bloco enfatiza a relação da infraestrutura tecnológica e da transformação digital junto as novas formas de diversificação da produção agropecuária e dos meios de comercialização e consumo. Seus efeitos atingem todos os elos da cadeia produtiva, desde o aumento da produtividade, surgimento de formas inovadoras de comercialização e consumo responsável, todos estes fundamentais para o alcance da sustentabilidade. É nesta parte da obra que são destacados os papéis dos principais atores envolvidos diretamente na dinâmica das cadeias-produtivas agroalimentares, sendo eles os produtores, as agroindústrias, os fornecedores de insumos, os prestadores de serviços e os consumidores finais. A busca pela sustentabilidade se estende por todos os elos das cadeias-produtivas em sistemas agroalimentares e depende do desenvolvimento de novos recursos tecnológicos e da proposição de práticas inovadoras, que são produtos geralmente associados aos agentes de mercado, como apresentado na segunda parte. Assim, a terceira e última parte desta obra congrega um bloco contendo os cinco últimos capítulos que abordam o papel de outros atores adjacentes às cadeias, mas fundamentais para esta dinâmica, sendo estes: o Governo e a Academia. Não deve ficar apenas na mão do mercado a responsabilidade pela proposição de novas tecnologias e inovações que proporcionem sustentabilidade para os sistemas agroalimentares. No cenário nacional, o poder público e as Universidades são extremamente relevantes para garantir essa dinâmica, seja por meio de instituições como a Embrapa, órgãos de extensão rural, institutos de pesquisa ou laboratórios localizados nas principais Universidades do país. No que se refere ao agente público, a terceira parte contém dois capítulos que expõem discussões sobre programas governamentais de fomento ao desenvolvimento rural, como auxílio a comercialização e alimentação escolar. A responsabilidade acadêmica é representada aqui por outros três capítulos que trazem iniciativas do Programa de Pós-Graduação em Agronegóicio e Desenvolvimento, da Faculdade de Ciências e Engenharia, UNESP/Tupã. Assim, a última parte desta obra consolida o fio condutor que estabelece as relações com os demais eixos – dos pilares fundamentais e dos agentes econômicos, não negligenciando o papel do Governo e da Universidade, que devem atuar sinergicamente em função do desenvolvimento rural atrelado aos ODS, seja fornecendo evidencias científicas para a formulação de políticas públicas, seja na relevância do financiamento público para as pesquisas que são desenvolvidas. E com esse porrifólio colaborativo de pesquisas teóricas e práticas esta obra ganha corpo e seguirá na jornada de promover a disseminação do conhecimento científico acessível e de qualidade, prezando pelos esforços conjuntos de todos os envolvidos no PGAD, sejam eles docentes ou discentes. Com muita gratidão saudamos as importantes reflexões aqui apresentados, resultantes de estudos que convergem distintos domínios científicos para contribuir interdisciplinarmente com a evolução do agronegócio brasileiro.
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O primeiro bloco temático é composto pelos quatro capítulos iniciais e busca representar os três pilares mais importantes no debate do desenvolvimento econômico atual: o social, o meio ambiente e as ações de governança. No contexto desta obra, o primeiro pilar – social – é representado por capítulos que abordam aspectos sobre o trabalho e a gestão de pessoas no agronegócio, abordando questões sobre satisfação no trabalho, cultura e clima organizacional em propriedades e empresas rurais. Os aspectos relacionados ao segundo pilar estão diretamente ligados ao social, uma vez que é no ambiente que as pessoas desempenham suas atividades profissionais e cotidianas. Ao buscar a sustentabilidade ambiental atrelada ao desenvolvimento social é fundamental que haja equilíbrio entre as necessidades das pessoas e os ativos do meio ambiente, e neste sentido são apresentados capítulos que tratam da questão hídrica e da preservação ambiental, elementos que geram grandes debates principalmente no contexto da produção agropecuária. E há também um terceiro pilar que se insere nesta dinâmica, representado pelas ações de governança das organizações. As decisões e estratégias demandam cada vez mais transparência, profissionalização e compliance, e neste sentido a primeira parte desta obra se encerra com um capítulo que trata das ações de governança alinhada às práticas sustentáveis no agronegócio. A segunda parte desta coletânea é composta por um bloco de seis capítulos (Cap. 5, Cap. 6, Cap. 7, Cap. 8, Cap. 9, Cap. 10 e Cap. 11) e apresenta resultados teóricos e práticos de trabalhos realizados sobre problemáticas que derivam da intersecção de fatores associados aos três pilares representados na primeira parte desta obra - social, ambiental e governança. Ou seja, este bloco enfatiza a relação da infraestrutura tecnológica e da transformação digital junto as novas formas de diversificação da produção agropecuária e dos meios de comercialização e consumo. Seus efeitos atingem todos os elos da cadeia produtiva, desde o aumento da produtividade, surgimento de formas inovadoras de comercialização e consumo responsável, todos estes fundamentais para o alcance da sustentabilidade. É nesta parte da obra que são destacados os papéis dos principais atores envolvidos diretamente na dinâmica das cadeias-produtivas agroalimentares, sendo eles os produtores, as agroindústrias, os fornecedores de insumos, os prestadores de serviços e os consumidores finais. A busca pela sustentabilidade se estende por todos os elos das cadeias-produtivas em sistemas agroalimentares e depende do desenvolvimento de novos recursos tecnológicos e da proposição de práticas inovadoras, que são produtos geralmente associados aos agentes de mercado, como apresentado na segunda parte. Assim, a terceira e última parte desta obra congrega um bloco contendo os cinco últimos capítulos que abordam o papel de outros atores adjacentes às cadeias, mas fundamentais para esta dinâmica, sendo estes: o Governo e a Academia. Não deve ficar apenas na mão do mercado a responsabilidade pela proposição de novas tecnologias e inovações que proporcionem sustentabilidade para os sistemas agroalimentares. No cenário nacional, o poder público e as Universidades são extremamente relevantes para garantir essa dinâmica, seja por meio de instituições como a Embrapa, órgãos de extensão rural, institutos de pesquisa ou laboratórios localizados nas principais Universidades do país. No que se refere ao agente público, a terceira parte contém dois capítulos que expõem discussões sobre programas governamentais de fomento ao desenvolvimento rural, como auxílio a comercialização e alimentação escolar. A responsabilidade acadêmica é representada aqui por outros três capítulos que trazem iniciativas do Programa de Pós-Graduação em Agronegóicio e Desenvolvimento, da Faculdade de Ciências e Engenharia, UNESP/Tupã. Assim, a última parte desta obra consolida o fio condutor que estabelece as relações com os demais eixos – dos pilares fundamentais e dos agentes econômicos, não negligenciando o papel do Governo e da Universidade, que devem atuar sinergicamente em função do desenvolvimento rural atrelado aos ODS, seja fornecendo evidencias científicas para a formulação de políticas públicas, seja na relevância do financiamento público para as pesquisas que são desenvolvidas. E com esse porrifólio colaborativo de pesquisas teóricas e práticas esta obra ganha corpo e seguirá na jornada de promover a disseminação do conhecimento científico acessível e de qualidade, prezando pelos esforços conjuntos de todos os envolvidos no PGAD, sejam eles docentes ou discentes. Com muita gratidão saudamos as importantes reflexões aqui apresentados, resultantes de estudos que convergem distintos domínios científicos para contribuir interdisciplinarmente com a evolução do agronegócio brasileiro. Published 2025-01-30T13:24:38Z 2025-01-30T13:24:38Z 2024-11-19 book 978-65-5954-534-6 https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/150760 por image/jpeg application/pdf Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/452 https://ebooks.marilia.unesp.br/index.php/lab_editorial/catalog/book/452 Editora Oficina Universitária 10.36311/2024.978-65-5954-534-6 10.36311/2024.978-65-5954-534-6 87d7c211-2f2b-494c-9f45-2d98c1bb6b53 978-65-5954-534-6 396 Marilia open access
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