D. Pedro de Meneses e a construção da Casa de Vila Real (1415-1437)
Quando, após a conquista de Ceuta, D. João I reúne o seu conselho e decide manter a cidade, há a clara noção de que a tarefa não se tinha por fácil. De facto, a natureza geográfica de Ceuta fazia adivinhar que quem ficasse a tomar conta desta detinha um cargo cuja essência pouco tinha a ver com a do...
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| Autore principale: | |
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| Natura: | Online |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Publicações do Cidehus
2021
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | 39474 |
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| Riassunto: | Quando, após a conquista de Ceuta, D. João I reúne o seu conselho e decide manter a cidade, há a clara noção de que a tarefa não se tinha por fácil. De facto, a natureza geográfica de Ceuta fazia adivinhar que quem ficasse a tomar conta desta detinha um cargo cuja essência pouco tinha a ver com a do tradicional fronteiro, e cujo perigo era real e permanente. Não é portanto de estranhar que quando D. João e conselheiros discutem quem ficará a reger a cidade e sugerem nomes, os indivíduos propostos vão, educadamente, recusando o cargo, apresentando motivos que não lhes permitem aceitá-lo. É fácil imaginar o rei, no mínimo, incomodado, quando, através da intercessão do Infante D. Duarte, de D. Lopo Dias de Sousa, Mestre de Cristo e de D. Álvaro Gonçalves Camelo, Prior do Hospital, D. Pedro de Meneses se disponibiliza para o cargo. E a verdade é que o rei, por falta de opções, pelas recomendações dos três, ou por reconhecer capacidades em D. Pedro, o aceita e nomeia como capitão e regedor da cidade. Revelar-se-ia uma boa escolha. |
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