Biopolítica, deficiência e educação
Ao abordar os modos deficientes de existência sob a ótica da biopolítica, este livro procura encontrar na fragilidade desses corpos uma potencialidade a ser cultivada na escola. Objetiva com isso propor aos leitores uma reflexão sobre sua relação com esse outro e evocar dessa forma um posicionamento...
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| Autore principale: | |
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| Natura: | Online |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Editora UNESP
2022
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | ONIX_20220411_9788595463332_12 |
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| Riassunto: | Ao abordar os modos deficientes de existência sob a ótica da biopolítica, este livro procura encontrar na fragilidade desses corpos uma potencialidade a ser cultivada na escola. Objetiva com isso propor aos leitores uma reflexão sobre sua relação com esse outro e evocar dessa forma um posicionamento ético nos jogos atuais do biopoder. Para tanto, o autor analisa a passagem da deficiência como condição a ser evitada à paradigma da biopolítica neoliberal, engendrando processos de identidade e de subjetivação que estão no centro das atuais políticas de inclusão. Discute também os efeitos desses processos para a chamada inclusão escolar, sugerindo como estão presos a um olhar científico e a tecnologias de biopoder que subtraem o ethos do ser deficiente para subordiná-los a regulamentações predeterminadas e a uma governamentalidade identitária. Por fim, interessado na decifração da particularidade desses modos de existência, Pedro Angelo Pagni interpreta a radicalidade ontológica da deficiência, elucidando sua relação com os acidentes e seu potencial para agenciar outros olhares sobre a inclusão na escola. |
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